Encontro Mensal do Movimento Brasileiro de Ecovilas

Sempre no primeiro sábado do mês, agora em novo endereço.

Sábado dia 02/07, com a palestra:

O Brasil como berço da Nova Civilização – O futuro do mundo e a estratégia das Ecovilas na formação de um novo modelo civilizatório planetário.

Palestrante: Marcio Bontempo – da coordenação nacional do Movimento Brasileiro de Ecovilas – MBE.
Em seguida debate sobre o tema e explanação das metas do Movimento Brasileiro de Ecovilas.
Serão feitas revelações importantes sobre o que deve acontecer com o mundo nos próximos anos e como devemos nos preparar.

Público alvo: livre, em especial para aqueles que querem participar mais ativamente do processo de reestruturação da vida na Terra.
Local: Sociedade Brasileira de Eubiose na L2 norte (próximo à Federação Espírita Brasileira).
Data e hora: Sábado, dia 2/7/2011, das 14:30 às 16:30.
Endereço: SGAN 603  s/n  lt C Brasília – DF,
70830-902
Tel: 3226-0896

Informações: (61) 3879-2770

Sobre o MBE

O MBE é um espaço de interação de pessoas e organizações ligadas e/ou interessadas na questão das Ecovilas/Permacultura/Transição Planetária.

Traga suas idéias, projetos, textos e tudo que possa enriquecer o movimento.

Palestra de apresentação do Movimento Brasileiro de Ecovilas, Dr. Marcio Bontempo, Brasília-Janeiro de 2011.

Nasceu  em  Brasília em janeiro de 2011 o Movimento Brasileiro de Ecovilas, Permacultura e Transição Planetária, cujo objetivo é congregar e integrar as ecovilas e núcleos similares existentes no Brasil, visando sua inserção no movimento mundial de ecovilas.

O Movimento, cuja sigla é MBE, nasceu do interesse de algumas pessoas de se organizarem e preparar seus futuros para experienciar um sistema de vida harmônico com as leis naturais e com a Ordem do Universo. São pessoas movidas pela constatação de que o modelo civilizatório vigente é equivocado e responsável tanto pela destruição da natureza quanto da miséria existencial humana, e que é necessário trabalhar pela estruturação de um novo modelo, onde  se ressignifique a vida e a relação do homem com a natureza e entre os próprios seres humanos.  Segundo seus líderes, o atual sistema de coisas esgotou todas as suas possibilidades de superar a situação caótica em que vivemos, de evitar o colapso ambiental, social, econômico e espiritual em que estamos mergulhados.

O MBE é composto de pessoas experientes, que já militaram ou atuam em diversas frentes, sejam sociais, políticas, ambientalistas, espiritualistas, humanistas, etc. O MBE que hoje conta com representantes em diversos estados e regiões do país, foi idealizado pelo Dr. Marcio Bontempo, médico sanitarista e ambientalista, veterano no movimento de eco-comunidades, que hoje lidera o movimento, juntamente com nomes de destaque nesta área, como o engenheiro agrônomo Valdo França, o oceanógrafo e ambientalista Alex Dumont, a educadora Marilena Chiarelli, entre outros, todos com formação e experiências multidisciplinares nas mais diversas áreas, o que dá ao MBE uma ampla permeabilidade em muitas instâncias das atividades humanas. Entre as nossas metas do Movimento está o mapeamento, o cadastramento, a organização e a disponibilização das informações sobre as ecovilas existentes no país e no mundo.

Em Brasília o MBE oferece encontros semanais com interessantes palestras e círculo de debates sobre o tema. Nos encontros são tratados assuntos de grande importância para o momento em que estamos vivendo em Brasília e no mundo, envolvendo temas como sustentabilidade, socioambientalismo, saúde, ocupação da terra, permacultura, alimentação e agricultura orgânica, vida em comunidades rurais e eco-comunidades, estratégias para a manutenção da vida em situações de possívels desastres naturais e desabastecimento, estruturação de ecovilas e ecoaldeias similares, bioconstrução, agricultura ecológica, convivência harmônica em grupos, transição planetária, economia solidária e informal, tecnologia alternativa sustentável, primeiros socorros e tratamentos com recursos naturais, planificação de metas para a vida numa ecovila, e muito mais.

Esses encontros visam não somente oferecer e trocar informações específicas sobre a nossa ideologia e metas, como incorporar mais pessoas identificadas com esses mesmos ideais. A participação é livre, aberta  a todos que se interessem pelo assunto e tenham alguma contribuição a dar, seja na forma de informações ou trabalho.

Matéria publicada no Jornal Lótus, junho de 2011.

Movimento Nacional de Ecovilas

Notícia dda mídia:

Ecovilas e Permacultura – Durante Fórum, palestrante anuncia movimento para integração das comunidades sustentáveis em todo o país (04/06/2011 – 12:06)
Foi lançado nesta sexta-feira, 3 de junho, durante a Semana do Meio Ambiente, o Movimento Nacional de Ecovilas. De acordo com o assessor do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do DF (Ibram), Márcio Bontempo, existem no Brasil hoje cerca de 200 comunidades sustentáveis. O anúncio do lançamento foi feito por Bontempo durante o Fórum Ecovilas e Permacultura – Estratégias para um novo modelo civilizatório realizado durante a 1ª Exposição Oportunidades Ambientais, que acontece até 5 de junho na Concha Acústica, em Brasília.

O Movimento Nacional de Ecovilas surgiu há cerca de quatro meses e conta com o apoio de instituições como Ibram, Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do DF (Semarh), Administração Regional do Lago Norte e WWF. Segundo Bontempo, o Movimento visa realizar o mapeamento, cadastramento, organização e disponibilização de informações sobre as ecovilas existentes no Brasil e no mundo.

Até o final do ano deve ser lançado um Almanaque sobre o tema, que além de trazer informações sobre as ecovilas, reunirá dados relacionados à bioconstrução, ervas medicinais e alimentação orgânica. “O Almanaque possibilitará a captação de recursos necessários para disponibilizar a infraestrutura de que o Movimento Nacional precisa. Assim será possível por exemplo que seus membros visitem ecovilas por todo o país”, destacou Bontempo.

“Está em andamento uma revolução”

As ecovilas são comunidades sustentáveis ou autosustentáveis que existem, de preferência, no meio rural. Segundo Bontempo, “diferente das cidades, cheias de asfaltos, trânsito e onde as pessoas vivem estressadas, é este ambiente telúrico e magnético que oferece aos seus membros uma convivência harmônica não só com a natureza, mas entre todos que ali estão”. Para ele, “a cidade é a antítese da vida”.

Da mesma forma, a permacultura consiste em um método holístico que permite planejar, atualizar e manter sistemas de escala da vida humana em vilas, aldeias e comunidades ambientalmente sustentáveis, socialmente justas e financeiramente viáveis.

Para Bontempo, estes dois conceitos indicam um novo movimento civilizatório onde a proposta é a integração social. “Diferentemente do que existe hoje nas cidades, em que as pessoas vivem em guetos, a ideia das ecovilas é aproximar os cidadãos e suas diferenças”. Atualmente, países como Portugal, Escócia, Estados Unidos e Irlanda já possuem ecovilas. Segundo Bontempo, as mudanças na sociedade dependem ainda de uma mudança do atual modelo econômico. “O desenvolvimento não é sustentável. O crescimento ordenado pode ser”, completou.des sustentáveis. O anúncio do lançamento foi feito por Bontempo durante o Fórum Ecovilas e Permacultura – Estratégias para um novo modelo civilizatório realizado durante a 1ª Exposição Oportunidades Ambientais, que acontece até 5 de junho na Concha Acústica, em Brasília. O Movimento Nacional de Ecovilas surgiu há cerca de quatro meses e conta com o apoio de instituições como Ibram, Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do DF (Semarh), Administração Regional do Lago Norte e WWF. Segundo Bontempo, o Movimento visa realizar o mapeamento, cadastramento, organização e disponibilização de informações sobre as ecovilas existentes no Brasil e no mundo. Até o final do ano deve ser lançado um Almanaque sobre o tema, que além de trazer informações sobre as ecovilas, reunirá dados relacionados à bioconstrução, ervas medicinais e alimentação orgânica. “O Almanaque possibilitará a captação de recursos necessários para disponibilizar a infraestrutura de que o Movimento Nacional precisa. Assim será possível por exemplo que seus membros visitem ecovilas por todo o país”, destacou Bontempo. “Está em andamento uma revolução” As ecovilas são comunidades sustentáveis ou autosustentáveis que existem, de preferência, no meio rural. Segundo Bontempo, “diferente das cidades, cheias de asfaltos, trânsito e onde as pessoas vivem estressadas, é este ambiente telúrico e magnético que oferece aos seus membros uma convivência harmônica não só com a natureza, mas entre todos que ali estão”. Para ele, “a cidade é a antítese da vida”. Da mesma forma, a permacultura consiste em um método holístico que permite planejar, atualizar e manter sistemas de escala da vida humana em vilas, aldeias e comunidades ambientalmente sustentáveis, socialmente justas e financeiramente viáveis. Para Bontempo, estes dois conceitos indicam um novo movimento civilizatório onde a proposta é a integração social. “Diferentemente do que existe hoje nas cidades, em que as pessoas vivem em guetos, a ideia das ecovilas é aproximar os cidadãos e suas diferenças”. Atualmente, países como Portugal, Escócia, Estados Unidos e Irlanda já possuem ecovilas. Segundo Bontempo, as mudanças na sociedade dependem ainda de uma mudança do atual modelo econômico. “O desenvolvimento não é sustentável. O crescimento ordenado pode ser”, completou.

A Tribo

A comunidade original de humanos não é a família, mas a tribo. A comunidade original é o recipiente humano na qual a vida humana, incluindo a família, está incluída. É parte do que eu chamo a matriz sagrada, inerente à vida. Nela, a ordem Cósmica se conecta com a ordem social. A Comunidade não é apenas parte de algum tempo ou cultura, mas uma parte integrante de nossa existência humana social que resiste além da história. Comunidade é a entidade social natural que sofreu o maior dano. É uma parte necessária do todo que foi destruído mundialmente. Onde quer que pessoas fossem seqüestradas, escravizadas ou vendidas, comunidades foram aniquiladas destruindo os nervos de vida de povos inteiros. Esse processo começou com a invasão das pessoas de Kurgan sobre o rio neolítico,  7.000 anos atrás e continuou com a aniquilação dos povos nativos americanos pelos invasores europeus durante o 17º século e que continua até os dias de hoje, quando os últimos povos indígenas em todos os continentes estão sendo expulsos de seus habitats naturais em nome de interesses comerciais. O desaparecimento da comunidade humana deixou para trás uma ferida aberta na civilização humana. É através da destruição da comunidade, que os seres humanos perderam sua autêntica moralidade e seu senso de responsabilidade. Pessoas foram separadas de suas comunidades orgânicas e passo a passo isso também os separou de suas dignidade próprias, de seus conhecimentos mais elevados e de suas mais elevadas aspirações de vida. Comunidade foi e é o terreno natural de crescimento da confiança e da solidariedade. Se este húmus se perde o ser humano desarraigado se torna violento. Comunidade é um estágio intermediário na escala da vida que não pode ser pulado, pois conecta o indivídual com uma ordem superior e proporciona o senso do todo. Uma comunidade saudável reflete uma ordem universal.

Vine Deloria Jr  /  Líder espiritual nativo da América do Norte

Nova Consciência

“Uma nova consciência está despertando dos escombros de uma civilização em declínio. Do laboratório essencial dos novos alquimistas, uma plena renovação dos valores humanos fundamentais, está se processando.
Contudo, para ocorrer o salto quântico do ‘possível’ para a realização, será necessário criar correntes articuladas e evolutivas de sintonia, amizade, cumplicidade e ações práticas para que o novo projeto humano se manifeste.
O desafio é unir : espírito e intelecto.
Religar: coração e razão
e o lema: Pontes sobre todas fronteiras.”

Movimento Holístico Internacional

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